Isso é bom para mostrar que a terra passa por transformações cíclicas e que não haverá o fim do mundo,mas sim o fim de uma grande parte da humanidade como a que conhecemos,e os sobreviventes sofrerão alterações para adaptarem-se ao "novo mundo" e sob novas circunstâncias.É assim que o homem vem evoluindo desde sempre,evoluindo na sua forma física e na sua espiritualidade.
Subscrevo suas palavras querida RO.
Nem mais .. tudo evoluiu na forma certa e no momento exacto. Melhor é nao entrarmos pela porta do alarmismo !!
Beijocas
É interessante como sempre de novo a África se demonstra como sendo o berço da humanidade, o que o esoterismo já sabe há muito tempo. Pena que não dá para contar pro Hitler que os africanos são seus antepassados. O homem teria pirado de vez antes de causar tanto estrago.
Nico,
Pirado já ele era de nascença .... hehehehe .... !!! Ele deveria era ter sido mantivo vivo para poder cumprir a sentença divina que podia tardar mas que ele a pagaria disso nao tenho duvida. Deus sabe sempre o que faz e como o faz.!
Para Gi e Tamura,
Pena é que um tema desta natureza seja apenas comentado por vcs dois meus amigos queridos.
Assunto sério e da maior importância para o ser humano - Homo Sapiens - nao capta o interesse de nossos amigos Livrianos .....
Frustrante ....
Não sinta-se frustrada por tão poucos comentários em cima deste tema, é que eu precisei ler um pouco mais sobre o assunto, já que, fiquei mais interada sobre o tema a partir de vc, antes eu realmete estava na ignorancia.Agradeço por seu interesse em nos deixar mais interados e atualizados.
Um grande beijo, e muito obrigada.
Oi querida Regina,
Foi num momento de certa frustação sim que deixei essas linhas .. me senti um pouco como que sendo ostracizada.versus os picks que obtêm tanta votação e comentários sendo eles tão básicos... Nada tenho contra, apenas estou me referindo a nao entender o porque de nao darem importancia a matérias que a todos nós tanto dizem respeito.. me entende ?
Cientistas da África do Sul anunciam descoberta de novo ancestral do homem
Fêmea adulta e macho adolescente caíram num fosso há 2 milhões de anos.
‘AUSTRAPOLITHECUS SEDIBA’ traz pistas de período pobre em registros fósseis
Os fósseis de uma fêmea com cerca de 30 anos de idade e um garoto com cerca de 13 que morreram ao cair num fosso de 50 metros, possivelmente no meio de uma tempestade, revelam um novo ancestral da espécie humana.
Batizada de "Australopithecus sediba", trata-se de uma espécie de hominídeo que revela dados inéditos de um período da história até hoje carente de vestígios fósseis.
Os achados ocorreram no sítio de Malapa, na África do Sul, uma região rica em cavernas que é revirada pela ciência desde 1935.
Os cientistas Lee Berger e Paul Dirks, ambos da Universidade Witwatersrand, em Johannesburgo, descobriram os primeiros esqueletos em Agosto de 2008.
Matthew, filho de Berger com apenas 9 anos na época, foi o primeiro a achar um pedaço (a clavícula) do antepassado humano. Berger, que fez pós-doutorado só para estudar clavículas, percebeu na hora que estava diante de uma grande descoberta para a paleoantropologia.
Tanto a fêmea quanto o adolescente têm cerca de 1,30 metro. Com os ossos da dupla, os cerca de 60 cientistas envolvidos na escavação localizaram uma grande quantidade de fósseis de animais num estado de conservação inédito.
Os australopitecos – do latim australis, “do sul”, e do grego pithekos, “macaco”) formam um gênero de diversos hominídeos extintos, bastante próximos aos do gênero Homo.
O Australopithecus africanus, datado em 2,5 milhões a 2,9 milhões de anos, tem sido considerado o ancestral direto do gênero Homo (das espécies Homo habilis, Homo rudolfensis e Homo erectus, nessa ordem).
Agora, o Au. sediba, datado em 1,78 milhão a 1,95 milhão de anos, se candidata a ocupar esse posto.
Os artigos "Australopithecus sediba: a New Species of Homo-like Australopith from South Africa" e "Geological Setting and Age of Australopithecus sediba from Southern Africa" serão publicados na edição de sexta-feira (9) da revista “Science”.
“‘Sediba’, que significa ‘fonte natural’ em sotho, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul, pareceu o nome apropriado para uma espécie que pode ser o ponto a partir do qual surgiu o género Homo”, conta Berger, na nota de imprensa.
Agora a equipa desafiou as crianças da África do Sul a escolherem um nome comum para o novo rapaz australopiteco.
Nota final
Foi om o apoio das imagens de satélite de alta resolução do Google Earth, que o Professor Berger encontrou quase 500 cavernas e depósitos fósseis desconhecidos numa área que é uma das mais exploradas em África.
A Google está «orgulhosa» por ter tomado parte nesta descoberta, que pode ser uma das mais significativas dos últimos tempos. Através do Google Earth, o professor Lee Berger da Universidade de Witswatersrand, em Joanesburgo, localizou vários depósitos fósseis que apareciam nas imagens de satélite, considerando a ferramenta bastante útil como um local de partilha com outros cientistas.
Rosangela...a"Malagueta" disse
Isso é bom para mostrar que a terra passa por transformações cíclicas e que não haverá o fim do mundo,mas sim o fim de uma grande parte da humanidade como a que conhecemos,e os sobreviventes sofrerão alterações para adaptarem-se ao "novo mundo" e sob novas circunstâncias.É assim que o homem vem evoluindo desde sempre,evoluindo na sua forma física e na sua espiritualidade.
em 12 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
gisete respondeu
Lindas palavras Ro.
bj
CINHA respondeu
Subscrevo suas palavras querida RO.
Nem mais .. tudo evoluiu na forma certa e no momento exacto. Melhor é nao entrarmos pela porta do alarmismo !!
Beijocas
cristininha40 disse
Descobriram mais coisas da origem do homem, interessante!!
em 11 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
Nico Brodnitz disse
É interessante como sempre de novo a África se demonstra como sendo o berço da humanidade, o que o esoterismo já sabe há muito tempo. Pena que não dá para contar pro Hitler que os africanos são seus antepassados. O homem teria pirado de vez antes de causar tanto estrago.
em 11 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA respondeu
Nico,
Pirado já ele era de nascença .... hehehehe .... !!! Ele deveria era ter sido mantivo vivo para poder cumprir a sentença divina que podia tardar mas que ele a pagaria disso nao tenho duvida. Deus sabe sempre o que faz e como o faz.!
Nico Brodnitz respondeu
é que com minha cabeça cheia de fantasia estava imaginando a cara dele ter que engolir essa dos seus antepassados, mais ainda que nem germânico era!
CINHA disse
Para Gi e Tamura,
Pena é que um tema desta natureza seja apenas comentado por vcs dois meus amigos queridos.
Assunto sério e da maior importância para o ser humano - Homo Sapiens - nao capta o interesse de nossos amigos Livrianos .....
Frustrante ....
em 11 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
Regina Afonso respondeu
Não sinta-se frustrada por tão poucos comentários em cima deste tema, é que eu precisei ler um pouco mais sobre o assunto, já que, fiquei mais interada sobre o tema a partir de vc, antes eu realmete estava na ignorancia.Agradeço por seu interesse em nos deixar mais interados e atualizados.
Um grande beijo, e muito obrigada.
CINHA respondeu
Oi querida Regina,
Foi num momento de certa frustação sim que deixei essas linhas .. me senti um pouco como que sendo ostracizada.versus os picks que obtêm tanta votação e comentários sendo eles tão básicos... Nada tenho contra, apenas estou me referindo a nao entender o porque de nao darem importancia a matérias que a todos nós tanto dizem respeito.. me entende ?
CINHA disse
Cientistas da África do Sul anunciam descoberta de novo ancestral do homem
Fêmea adulta e macho adolescente caíram num fosso há 2 milhões de anos.
‘AUSTRAPOLITHECUS SEDIBA’ traz pistas de período pobre em registros fósseis
Os fósseis de uma fêmea com cerca de 30 anos de idade e um garoto com cerca de 13 que morreram ao cair num fosso de 50 metros, possivelmente no meio de uma tempestade, revelam um novo ancestral da espécie humana.
Batizada de "Australopithecus sediba", trata-se de uma espécie de hominídeo que revela dados inéditos de um período da história até hoje carente de vestígios fósseis.
Os achados ocorreram no sítio de Malapa, na África do Sul, uma região rica em cavernas que é revirada pela ciência desde 1935.
Os cientistas Lee Berger e Paul Dirks, ambos da Universidade Witwatersrand, em Johannesburgo, descobriram os primeiros esqueletos em Agosto de 2008.
Matthew, filho de Berger com apenas 9 anos na época, foi o primeiro a achar um pedaço (a clavícula) do antepassado humano. Berger, que fez pós-doutorado só para estudar clavículas, percebeu na hora que estava diante de uma grande descoberta para a paleoantropologia.
Tanto a fêmea quanto o adolescente têm cerca de 1,30 metro. Com os ossos da dupla, os cerca de 60 cientistas envolvidos na escavação localizaram uma grande quantidade de fósseis de animais num estado de conservação inédito.
Os australopitecos – do latim australis, “do sul”, e do grego pithekos, “macaco”) formam um gênero de diversos hominídeos extintos, bastante próximos aos do gênero Homo.
O Australopithecus africanus, datado em 2,5 milhões a 2,9 milhões de anos, tem sido considerado o ancestral direto do gênero Homo (das espécies Homo habilis, Homo rudolfensis e Homo erectus, nessa ordem).
Agora, o Au. sediba, datado em 1,78 milhão a 1,95 milhão de anos, se candidata a ocupar esse posto.
em 8 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA disse
Os artigos "Australopithecus sediba: a New Species of Homo-like Australopith from South Africa" e "Geological Setting and Age of Australopithecus sediba from Southern Africa" serão publicados na edição de sexta-feira (9) da revista “Science”.
“‘Sediba’, que significa ‘fonte natural’ em sotho, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul, pareceu o nome apropriado para uma espécie que pode ser o ponto a partir do qual surgiu o género Homo”, conta Berger, na nota de imprensa.
Agora a equipa desafiou as crianças da África do Sul a escolherem um nome comum para o novo rapaz australopiteco.
Nota final
Foi om o apoio das imagens de satélite de alta resolução do Google Earth, que o Professor Berger encontrou quase 500 cavernas e depósitos fósseis desconhecidos numa área que é uma das mais exploradas em África.
A Google está «orgulhosa» por ter tomado parte nesta descoberta, que pode ser uma das mais significativas dos últimos tempos. Através do Google Earth, o professor Lee Berger da Universidade de Witswatersrand, em Joanesburgo, localizou vários depósitos fósseis que apareciam nas imagens de satélite, considerando a ferramenta bastante útil como um local de partilha com outros cientistas.
em 8 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
gisete respondeu
Descoberta fantástica...
Parabéns pelo pick
bj
Tamura - Sam! respondeu
Interessante e muito bem abordado querida!
Parabéns pelo material e pelo pick!
Beijosssss