Paula
criou o Pick
Mulheres aventureiras de quem provavelmente nunca ouviu falar. Qual a mais impressionante? Vá um pouco de pesquisa...
e quer a sua opinião.
Mulheres aventureiras de quem provavelmente nunca ouviu falar. Qual a mais impressionante? Vá um pouco de pesquisa...
LADY HESTER STANHOPE, 1776-1839; Rainha do Oriente
ANNIE SMITH PECK, 1850-1935; Alpinista
GUDRIDUR; Nasceu por volta de 980 d.C. na Islândia; Navegadora
HARRIET CHALMERS ADAMS, 1875-1937; Viajante, escritora e fotografa.
FREYA STARK, 1893-1993; Viajante e escritora de viagens.
NELLIE BLY, 1864-1922; Jornalista pioneira
LOUISE BOYD, 1887-1972; Exploradora do Ártico.
KIRA SALAK, 1971 ATÉ HOJE; Escritora, viajante e jornalista.
MARY KINGSLEY, 1862-1900; Viajante em África e escritora.
GERTRUDE BELL, 1868-1926; Arqueóloga, linguista, escritora e viajante.
Agora a portuguesa ( mulher ou lenda?) Brites de Almeida ( padeira de Aljubarrota Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.
Teria 6 dedos nas mãos, o que teria alegrado os pais, pois julgaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora. Contudo, isso não teria sucedido, sendo que Brites teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito. Vendeu os parcos haveres que possuía, resolvendo levar uma vida errante, negociando de feira em feira. Muitas são as aventuras que supostamente viveu, da morte de um pretendente no fio da sua própria espada, até à fuga para Espanha a bordo de um batel assaltado por piratas argelinos que a venderam como escrava a um senhor poderoso da Mauritânia.
Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota, onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona. Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos. Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se albergarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saido para ajudar nas escaramuças que ocorriam.
Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituido uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.
'Agora três, que aposto que poucos as conhecem. Três feministas inglesas, dos primórdios das lutas pelo direito ao voto. Mãe e duas filhas com histórias de vida extraordinárias porque fizeram dessa causa a principal das suas vidas. Depois de 1928, ano em que as inglesas puderam votar, sem restrições, muitas outras desigualdades foi preciso combater e as filhas de Emmeline Pankhurst, Christabel e Sylvia estiveram na primeira linha dessa cruzada, honrando o nome que tinham. Falar de Emmeline, Christabel e Sylvia Pankhurst é também relembrar às jovens de hoje que nasceram repletas de direitos: de estudar, de escolher a profissão, de ter a conta bancária, de viajar, de vestir o que lhes apetece, de casar ou coabitar com quem amam, de ter ou não filhos e entre muitos outros direitos, o de votar. Sem se lembrarem que no início do século XX ainda a maior parte das universidades europeias não permitia o ingresso de mulheres e que a luta pelo direito ao voto foi uma das mais acesas do séc. XIX, onde mulheres com muita ou pouca cultura e com mais ou menos bens económicos reivindicaram vivamente esse direito, tendo algumas dado a vida por essa conquista. Na História Universal houve épocas e regiões onde as mulheres tiveram mais direitos que em séculos posteriores, como é sabido, porque a história é feita de assimetrias, de avanços e recuos, não é linear. É, porém consensual que foi o século XX que finalmente proporcionou às mulheres, praticamente de todo o mundo, o seu lugar na sociedade. Como disse a escritora e jornalista espanhola, Rosa Montero: «No vertiginoso lapso de tempo de cem anos, apenas um brevíssimo suspiro no decorrer dos tempos, as mulheres passaram do nada ao muito
PAULA, Sem qualquer desmerecimento pelas mulheres aventureiras desses remotos tempos, eu estava a ler o cabeçalho do teu pick e veio-o á lembrança repentinamente a figura desta grande pesquisadora, cientista e humanista inglesa, que eu considero fenomenal pela sua entrega ao longo de 40 anos de sua vida a este seu sacerdócio, é ela;
A história de Tarzan e da chimpazé Chita mudou a vida desta extraordinária mulher.
Foi, possivelmente, ainda em criança, que esta maria-rapaz tivesse criado na sua cabeça alguma analogia com a outra Jane que, na história, se apaixonou por Tarzan, o que a levou a abandonar a civilização para mergulhar nas profundezas da selva.
Jane Goodall nasceu em Bournemouth, Sul de Inglaterra, em 1934. O seu percurso de vida, não seria o esperado para uma "menina bem-comportada", de família, mas Jane mandou tudo às urtigas e em Julho 1966 aportou à região de Gombe, na Tanzânia.
Jane dedicou-se ao estudo, no terreno hostil da selva africana, dos chimpazés, trabalho este que veio revolucionar o que a comunidade científica pensava até então sobre estes mamíferos e que a transformou numa das mais conceituadas especialistas em primatas. Actualmente, o material reunido por Jane e pela sua equipa ao longo de mais de 40 anos de investigação junto de 3 comunidades de chimpazés da região de Gombe, contabiliza mais de 320 mil páginas de dados e oito mil imagens.
Um novo olhar - Até Jane se dedicar à observação e ao estudo dos chimpazés, era dado por certo que apenas os seres humanos tinham capacidade para trabalhar com ferramentas. Jane comprovou o contrário ao ver um destes primatas usar uma folha para alcançar um ninho de térmitas que, depois, comeu deliciado. Se até então e definição de humano era "aquele que utiliza instrumentos", foi preciso adoptar uma perspectiva completamente diferente.
"Só temos um planeta mas, da maneira como vivemos hoje em dia, vamos precisar de mais cinco. Temos que nos lembrar que cada dia que passa, provocamos um efeito no mundo". - Jane Goodall
Em 1977, a cientista fundou o Instituto Jane Goodall com o objectivo não só de preservar e estudar o habitat dos chimpazés, mas também de promover o estudo da fauna e flora locais, das populações humanas e do seu modo de vida e formas de desenvolvimento sustentável.
Catorze anos depois, Jane criou um programa educacional chamado "Roots & Shoots", destinado a alertar as novas gerações para a necessidade de preservar o património natural e que conta actualmente com mais de oito mil grupos, em mais de 100 países. Este objectivo leva-a a percorrer o planeta durante 300 dias por ano, apesar dos seus 74 anos, em palestras e conferências mas, mesmo assim, ainda arranja tempo para escrever livros e, claro, estar com os seus "amigos" na reserva de Gombe.
Eu também acho !! Tenho visto muitas reportagens na tv sobre a vida dela junto dos chimpas e é de uma ternura impensável, e o ultimo que vi já foi com a presença dela em estudio devido a ter abandonado o projecto pela sua avançada idade, mostraram uma visita dela ao local onde tinha passado a sua vida - quase inteira - e alguns deles a reconheceram e a afagavam ... muito enternecedor para alem de toda a pesquisa cientifica ... lindo... lindo
NA REALIDADE NÃO OPNEI PQ SOU UM POUCO IGNORANTE SOBRE ESSE ASSUNTO...MEU VOTO FOI PELA IMAGEM QUE MAIS ME IDENTIFIQUEI!!! QUEM SABE VC NÃO POSSA ESCLARECER ESSA MINHA ESCOLHA INVOLUNTÁRIA??? SE BEM QUE NADA É INVOLUNTÁRIO...SE A IMAGEM ME CHAMOU ATENÇÃO É PQ ME IDENTIFICO COM ELA DE ALGUMA FORMA...
Isaura """" ISA""""" disse
Bom.
em 16 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
julio ventura disse
Agora a portuguesa ( mulher ou lenda?) Brites de Almeida ( padeira de Aljubarrota
Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350, de pais pobres e de condição humilde, donos de uma pequena taberna. A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos. Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.
Teria 6 dedos nas mãos, o que teria alegrado os pais, pois julgaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora. Contudo, isso não teria sucedido, sendo que Brites teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito.
Vendeu os parcos haveres que possuía, resolvendo levar uma vida errante, negociando de feira em feira. Muitas são as aventuras que supostamente viveu, da morte de um pretendente no fio da sua própria espada, até à fuga para Espanha a bordo de um batel assaltado por piratas argelinos que a venderam como escrava a um senhor poderoso da Mauritânia.
Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota, onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona. Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos. Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se albergarem nas redondezas. Encontraram abrigo na casa de Brites, que estava vazia porque Brites teria saido para ajudar nas escaramuças que ocorriam.
Quando Brites voltou, tendo encontrado a porta fechada, logo desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituido uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.
em 13 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
julio ventura disse
'Agora três, que aposto que poucos as conhecem. Três feministas inglesas, dos primórdios das lutas pelo direito ao voto. Mãe e duas filhas com histórias de vida extraordinárias porque fizeram dessa causa a principal das suas vidas. Depois de 1928, ano em que as inglesas puderam votar, sem restrições, muitas outras desigualdades foi preciso combater e as filhas de Emmeline Pankhurst, Christabel e Sylvia estiveram na primeira linha dessa cruzada, honrando o nome que tinham. Falar de Emmeline, Christabel e Sylvia Pankhurst é também relembrar às jovens de hoje que nasceram repletas de direitos: de estudar, de escolher a profissão, de ter a conta bancária, de viajar, de vestir o que lhes apetece, de casar ou coabitar com quem amam, de ter ou não filhos e entre muitos outros direitos, o de votar. Sem se lembrarem que no início do século XX ainda a maior parte das universidades europeias não permitia o ingresso de mulheres e que a luta pelo direito ao voto foi uma das mais acesas do séc. XIX, onde mulheres com muita ou pouca cultura e com mais ou menos bens económicos reivindicaram vivamente esse direito, tendo algumas dado a vida por essa conquista. Na História Universal houve épocas e regiões onde as mulheres tiveram mais direitos que em séculos posteriores, como é sabido, porque a história é feita de assimetrias, de avanços e recuos, não é linear. É, porém consensual que foi o século XX que finalmente proporcionou às mulheres, praticamente de todo o mundo, o seu lugar na sociedade. Como disse a escritora e jornalista espanhola, Rosa Montero: «No vertiginoso lapso de tempo de cem anos, apenas um brevíssimo suspiro no decorrer dos tempos, as mulheres passaram do nada ao muito
em 13 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Paula respondeu
Para detalhes:
http://hypescience.com/10-mulheres-aventureiras-com-historias-incriveis/
gisete disse
Muito bom esse pick
Parabéns Paula
em 12 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Paula respondeu
Obrigada.
Para detalhes:
http://hypescience.com/10-mulheres-aventureiras-com-historias-incriveis/
CINHA disse
PAULA,
Sem qualquer desmerecimento pelas mulheres aventureiras desses remotos tempos, eu estava a ler o cabeçalho do teu pick e veio-o á lembrança repentinamente a figura desta grande pesquisadora, cientista e humanista inglesa, que eu considero fenomenal pela sua entrega ao longo de 40 anos de sua vida a este seu sacerdócio, é ela;
JANE GOODALL
em 11 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA disse
A história de Tarzan e da chimpazé Chita mudou a vida desta extraordinária mulher.
Foi, possivelmente, ainda em criança, que esta maria-rapaz tivesse criado na sua cabeça alguma analogia com a outra Jane que, na história, se apaixonou por Tarzan, o que a levou a abandonar a civilização para mergulhar nas profundezas da selva.
Jane Goodall nasceu em Bournemouth, Sul de Inglaterra, em 1934.
O seu percurso de vida, não seria o esperado para uma "menina bem-comportada", de família, mas Jane mandou tudo às urtigas e em Julho 1966 aportou à região de Gombe, na Tanzânia.
em 11 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA disse
Jane dedicou-se ao estudo, no terreno hostil da selva africana, dos chimpazés, trabalho este que veio revolucionar o que a comunidade científica pensava até então sobre estes mamíferos e que a transformou numa das mais conceituadas especialistas em primatas.
Actualmente, o material reunido por Jane e pela sua equipa ao longo de mais de 40 anos de investigação junto de 3 comunidades de chimpazés da região de Gombe, contabiliza mais de 320 mil páginas de dados e oito mil imagens.
Um novo olhar - Até Jane se dedicar à observação e ao estudo dos chimpazés, era dado por certo que apenas os seres humanos tinham capacidade para trabalhar com ferramentas. Jane comprovou o contrário ao ver um destes primatas usar uma folha para alcançar um ninho de térmitas que, depois, comeu deliciado. Se até então e definição de humano era "aquele que utiliza instrumentos", foi preciso adoptar uma perspectiva completamente diferente.
em 11 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA disse
"Só temos um planeta mas, da maneira como vivemos hoje em dia, vamos precisar de mais cinco. Temos que nos lembrar que cada dia que passa, provocamos um efeito no mundo". - Jane Goodall
Em 1977, a cientista fundou o Instituto Jane Goodall com o objectivo não só de preservar e estudar o habitat dos chimpazés, mas também de promover o estudo da fauna e flora locais, das populações humanas e do seu modo de vida e formas de desenvolvimento sustentável.
Catorze anos depois, Jane criou um programa educacional chamado "Roots & Shoots", destinado a alertar as novas gerações para a necessidade de preservar o património natural e que conta actualmente com mais de oito mil grupos, em mais de 100 países. Este objectivo leva-a a percorrer o planeta durante 300 dias por ano, apesar dos seus 74 anos, em palestras e conferências mas, mesmo assim, ainda arranja tempo para escrever livros e, claro, estar com os seus "amigos" na reserva de Gombe.
em 11 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
gisete respondeu
Extraordinária
CINHA respondeu
Eu também acho !! Tenho visto muitas reportagens na tv sobre a vida dela junto dos chimpas e é de uma ternura impensável, e o ultimo que vi já foi com a presença dela em estudio devido a ter abandonado o projecto pela sua avançada idade, mostraram uma visita dela ao local onde tinha passado a sua vida - quase inteira - e alguns deles a reconheceram e a afagavam ... muito enternecedor para alem de toda a pesquisa cientifica ... lindo... lindo
SFM disse
NA REALIDADE NÃO OPNEI PQ SOU UM POUCO IGNORANTE SOBRE ESSE ASSUNTO...MEU VOTO FOI PELA IMAGEM QUE MAIS ME IDENTIFIQUEI!!! QUEM SABE VC NÃO POSSA ESCLARECER ESSA MINHA ESCOLHA INVOLUNTÁRIA??? SE BEM QUE NADA É INVOLUNTÁRIO...SE A IMAGEM ME CHAMOU ATENÇÃO É PQ ME IDENTIFICO COM ELA DE ALGUMA FORMA...
em 11 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Paula respondeu
Para detalhes:
http://hypescience.com/10-mulheres-aventureiras-com-historias-incriveis/
sueli stutz pereira disse
faltou a Penélope Charmosa(brincadeira),Margareth Mead,Nair de Teffé,Gertrude Stein,Marie Cury,etc...temos muitas mulheres fantásticas!
em 10 Out, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Paula respondeu
Para detalhes:
http://hypescience.com/10-mulheres-aventureiras-com-historias-incriveis/
sueli stutz pereira respondeu
obrigada!