Há medida que os anos passam, vão-se acumulando experiências, vivências, reflexões, conhecimentos, aprendizagens...não só no cérebro mas em todo as funções psicossomáticas e biológicas...todas as células que dão forma e funcionalidade ao nosso organismo têm no seu núcleo a capacidade de memorizar.
A maturidade é o resultado da soma do inato com o adquirido...dos factores genéticos, acidentais, ambientais ou orgânicos que influenciam o físico, emocional, psíquico, espiritual, profissional, relacional, comportamental, social e familiar.
A imagem que consegui pode adaptar-se, pois embora as legendas não tenham a ver com a temática, podemos imaginar como é complexo o que dá forma ao nosso ser integral e como tudo se relaciona e interage para se ir atingindo o estado de maturidade.
A memória não é um fenômeno diretamente do cérebro. Neste último dse registra a qualidade e os fatos guardados pela memória, mas o cérebro não é a sede da memória. A memória tem sua sede esparramado no metrabólico, poderíamos dizer num sentido perespiritual, não possível de se fixar tão exatamente. Parecido, um pouco,ao sentido do tato que não está limitado às pontas dos dedos mas também tem um alcance bem mais amplo, até um alcance anímico e social.
Bom, uma coisa está certa: As qualidades de flexibilidade, vitalidade, criatividade e sabedoria dos mais velhos não se compara à dos menos velhos. E isso foi assim há 30 anos e há 60 anos também. É como se o intelectualismo crescente neste século XX e agora já XXI abobalhou os cérebros por outro lado. Anteriormente o cérebro tinha que fazer n ginásticas para obter os resultados que queria. Hoje ele recebe tudo pronto em forma de esquemas, padrões, ISOs, DINs, etc. Só precisa memorizar, e isso por curto prazo e pronto. É c omo com os músculos: atrofiam sem uso.
Se você achava que seu cérebro era como um sitcom - diminui o ritmo a cada ano - prepare-se para uma surpresa. Novas pesquisas mostras que cérebros mais velhos são de longe mais vigorosos, flexíveis e muito mais férteis do que o esperado.
"O nosso cérebro tem a capacidade inata para se transformar não interessa a idade que estejamos", diz o neuropsicologista Marilyn Albert, Ph.D, da Escola de Medicina de Harvard. Segundo ele, grande parte das pessoas que ocupam posições de responsabilidade e poder tendem a ter mais de 50 anos.
Se você quiser uma prova da potência do cérebro mais velho, conheça o jogador de xadrez suíço Viktor Korchnoi. Em Agosto de 2001, o senhor de 70 anos venceu o Festival Internacional de Xadrez de Biel, na Suíça, derrotando o campeão russo Peter Svidler, de apenas 25 anos. A vitória de Korchnoi surpreendeu muitos fãs do jogo. E ele é apenas um dos exemplos.
Uma bateria de novos estudos mostram que as habilidades da linguagem, o QI, o pensamento abstrato e a expressão verbal, todos se mantêm firmes com o cérebro envelhecendo, excepto quando ele sofre doenças como Parkinson e Alzheimer. De facto, quando se trata de pura agilidade mental, a capacidade do nosso cérebro pode continuar a se expandir tanto quanto vivemos.
Numa área, mantemos uma clara vantagem sobre os mais jovens: - a habilidade de inserir as coisas no contexto e tomar decisões com menos informação. Já percebeu como é que pessoas que ocupam posições de responsibilidade e poder tendem a ter mais de 50? É a chamada sabedoria.
"Pessoas mais velhas podem processar informações e reagir a elas um pouco mais devagar mas esse ligeiro retardamento em velocidade é mais do que normal se considerarmos a quantidade de conhecimento que se acumulou," explica Denise Park, cientista phD do Centro de Envelhecimento e Conhecimento de Ann Arbor, da Universidade de Michigan. "Ao envelhecermos, percebemos melhor os problemas, reflectimos mais e planeamos melhor as experiências."
O cérebro dos mais velhos pode ser comparado ao jogador de basquete americano Michael Jordan. Jordan não é o mais rápido jogador na quadra, não se eleva sobre o aro como fazia aos 20 anos, mas domina o jogo. Por uma simples razão: - mudou seu estilo para maximizar sua força e minimizar suas fraquezas. Exatamente como faz o cérebro inteligente. No caso do cérebro, ele percebe as suas limitações de armazenamento de informações e procura optimizar o espaço para processar novos conhecimentos.
Quem tem mais idade já passou por muito mais situações do que qualquer garoto de 20 e poucos anos, o que significa que tem muito mais coisas para lembrar. E quaisquer novas memórias (o nome da pessoas que prometeu ligar mais tarde ou onde pôs o recibo do presente que quer trocar), têm que disputar espaço com as antigas memórias. Depois dos 60, como resultado desta sobre carga da vida , a memória é menos confiável.. apenas !!!
My Look disse
Há medida que os anos passam, vão-se acumulando experiências, vivências, reflexões, conhecimentos, aprendizagens...não só no cérebro mas em todo as funções psicossomáticas e biológicas...todas as células que dão forma e funcionalidade ao nosso organismo têm no seu núcleo a capacidade de memorizar.
A maturidade é o resultado da soma do inato com o adquirido...dos factores genéticos, acidentais, ambientais ou orgânicos que influenciam o físico, emocional, psíquico, espiritual, profissional, relacional, comportamental, social e familiar.
em 26 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
My Look respondeu
A imagem que consegui pode adaptar-se, pois embora as legendas não tenham a ver com a temática, podemos imaginar como é complexo o que dá forma ao nosso ser integral e como tudo se relaciona e interage para se ir atingindo o estado de maturidade.
gisete respondeu
Muito bom, My
bj
Nico Brodnitz disse
A memória não é um fenômeno diretamente do cérebro. Neste último dse registra a qualidade e os fatos guardados pela memória, mas o cérebro não é a sede da memória. A memória tem sua sede esparramado no metrabólico, poderíamos dizer num sentido perespiritual, não possível de se fixar tão exatamente. Parecido, um pouco,ao sentido do tato que não está limitado às pontas dos dedos mas também tem um alcance bem mais amplo, até um alcance anímico e social.
em 25 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
Nico Brodnitz disse
Bom, uma coisa está certa: As qualidades de flexibilidade, vitalidade, criatividade e sabedoria dos mais velhos não se compara à dos menos velhos. E isso foi assim há 30 anos e há 60 anos também. É como se o intelectualismo crescente neste século XX e agora já XXI abobalhou os cérebros por outro lado. Anteriormente o cérebro tinha que fazer n ginásticas para obter os resultados que queria. Hoje ele recebe tudo pronto em forma de esquemas, padrões, ISOs, DINs, etc. Só precisa memorizar, e isso por curto prazo e pronto. É c omo com os músculos: atrofiam sem uso.
em 25 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
CINHA disse
Se você achava que seu cérebro era como um sitcom - diminui o ritmo a cada ano - prepare-se para uma surpresa. Novas pesquisas mostras que cérebros mais velhos são de longe mais vigorosos, flexíveis e muito mais férteis do que o esperado.
"O nosso cérebro tem a capacidade inata para se transformar não interessa a idade que estejamos", diz o neuropsicologista Marilyn Albert, Ph.D, da Escola de Medicina de Harvard. Segundo ele, grande parte das pessoas que ocupam posições de responsabilidade e poder tendem a ter mais de 50 anos.
Se você quiser uma prova da potência do cérebro mais velho, conheça o jogador de xadrez suíço Viktor Korchnoi. Em Agosto de 2001, o senhor de 70 anos venceu o Festival Internacional de Xadrez de Biel, na Suíça, derrotando o campeão russo Peter Svidler, de apenas 25 anos. A vitória de Korchnoi surpreendeu muitos fãs do jogo. E ele é apenas um dos exemplos.
Uma bateria de novos estudos mostram que as habilidades da linguagem, o QI, o pensamento abstrato e a expressão verbal, todos se mantêm firmes com o cérebro envelhecendo, excepto quando ele sofre doenças como Parkinson e Alzheimer. De facto, quando se trata de pura agilidade mental, a capacidade do nosso cérebro pode continuar a se expandir tanto quanto vivemos.
Numa área, mantemos uma clara vantagem sobre os mais jovens: - a habilidade de inserir as coisas no contexto e tomar decisões com menos informação. Já percebeu como é que pessoas que ocupam posições de responsibilidade e poder tendem a ter mais de 50? É a chamada sabedoria.
"Pessoas mais velhas podem processar informações e reagir a elas um pouco mais devagar mas esse ligeiro retardamento em velocidade é mais do que normal se considerarmos a quantidade de conhecimento que se acumulou," explica Denise Park, cientista phD do Centro de Envelhecimento e Conhecimento de Ann Arbor, da Universidade de Michigan. "Ao envelhecermos, percebemos melhor os problemas, reflectimos mais e planeamos melhor as experiências."
O cérebro dos mais velhos pode ser comparado ao jogador de basquete americano Michael Jordan. Jordan não é o mais rápido jogador na quadra, não se eleva sobre o aro como fazia aos 20 anos, mas domina o jogo. Por uma simples razão: - mudou seu estilo para maximizar sua força e minimizar suas fraquezas. Exatamente como faz o cérebro inteligente. No caso do cérebro, ele percebe as suas limitações de armazenamento de informações e procura optimizar o espaço para processar novos conhecimentos.
Quem tem mais idade já passou por muito mais situações do que qualquer garoto de 20 e poucos anos, o que significa que tem muito mais coisas para lembrar. E quaisquer novas memórias (o nome da pessoas que prometeu ligar mais tarde ou onde pôs o recibo do presente que quer trocar), têm que disputar espaço com as antigas memórias. Depois dos 60, como resultado desta sobre carga da vida , a memória é menos confiável.. apenas !!!
em 24 Abr, 2010 - Para responder identifique-se - Comunicar
gisete respondeu
Excelente a sua pesquisa.
bj