Sempre tive horror a dívidas e até há relativamente poucos anos, não tinha nenhuma. Mas, chegou a minha vez de ceder a algum materialismo e pedir empréstimo para comprar carro e habitação própria permanente. Desde então, e impulsionada pela "crise", vivo atormentada com a ideia de algum dia não poder pagar. Creio que, atendendo ao meu carácter extremista, se algum dia estiver afogada em dívidas, faço uma de duas coisas, ou me mato a trabalhar para as pagar ou me suicido.
pareceu-me a opçao mais acertada e de maior bom senso.....se bem que actualmente muitas famílias, sobreendividadas com créditos de casa, de carro, cartao de crédito, compras a prestaçoes....etc etc, já nao estao ''afogados'' em dívidas...estao mesmo tal e qual o Titanic, a uma profundidade abismas no Atlântico sem possibilidade de recuperaçao....aí por muito que a pessoa se mate a trabalhar, às vezes há meso que pedir ajuda às instituiçoes para tentar negociar pagamentos faseados e evitar incumprimento.....ou entao recorrer a algum organismo como a DECO (defesa do consumidor) que ja tem possibilidade de aconselhamento Fiscal para ajudar familias neste problema a tentar gerir por prioridade os creditos e dividas....é assustador ''falir a família''
LadyMaryBoleyn2 disse
Sempre tive horror a dívidas e até há relativamente poucos anos, não tinha nenhuma. Mas, chegou a minha vez de ceder a algum materialismo e pedir empréstimo para comprar carro e habitação própria permanente. Desde então, e impulsionada pela "crise", vivo atormentada com a ideia de algum dia não poder pagar. Creio que, atendendo ao meu carácter extremista, se algum dia estiver afogada em dívidas, faço uma de duas coisas, ou me mato a trabalhar para as pagar ou me suicido.
em 26 Fev, 2012 - Para responder identifique-se - Comunicar
Lucimara disse
pedir para familia e amigos nem pensar, o geito é negociar rsrsrsrs.....
em 11 Abr, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Grilo disse
pareceu-me a opçao mais acertada e de maior bom senso.....se bem que actualmente muitas famílias, sobreendividadas com créditos de casa, de carro, cartao de crédito, compras a prestaçoes....etc etc, já nao estao ''afogados'' em dívidas...estao mesmo tal e qual o Titanic, a uma profundidade abismas no Atlântico sem possibilidade de recuperaçao....aí por muito que a pessoa se mate a trabalhar, às vezes há meso que pedir ajuda às instituiçoes para tentar negociar pagamentos faseados e evitar incumprimento.....ou entao recorrer a algum organismo como a DECO (defesa do consumidor) que ja tem possibilidade de aconselhamento Fiscal para ajudar familias neste problema a tentar gerir por prioridade os creditos e dividas....é assustador ''falir a família''
em 21 Mar, 2011 - Para responder identifique-se - Comunicar
Tó Freitas respondeu
Sem sombra de dúvida Grilo!!