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Quero me registrar!Conhece Joe Black?
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Dias antes de completar os seus 65 anos, recebe a visita de um estranho e misterioso homem, Joe Black (BRAD PITT), que se apresenta como sendo a Morte. Em troca de mais algum tempo de vida, Bill aceita ser o guia de Joe na Terra. Mas, arrepende-se rapidamente quando Joe se apaixona pela sua filha (CLAIRE FORLANI).
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4 Opiniões

"Conhece Joe Black" é um grande título cinematográfico, com a participação de grandes nomes de hollywood e com um argumento original e genial que cativa qualquer tipo de espectador. Assim sendo, a história é incidente sobre a morte personalizada que encarna na imagem da personagem interpretada por Brad Pitt. A morte vem buscar um homem rico que lhe lança um desafio: que esta experimente viver e que também ela desconhece aspectos relacionados com a vida.
A morte é lançada na sociedade, personificada, e "vivencia" os diferentes aspectos da vida: a ganância, a falta de modéstia, de honestidade. A morte conhece também o amor e, por causa dele, abdica (embora temporariamente) da sua função eterna.
Por fim, a morte leva o senhor rico que lhe lançou o desafio e volta às suas "funções".
1 Opinão
Olá, parabéns pela sua opinião.
Contudo confesso que me espanta este estado latente da Livra. Que é feito das opiniões que mereciam 30, 40 ou mais classificações, independentemente do juízo valorativo de cada uma?
Como é possível estar-se neste espaço, e não pugnar por conhecer as opiniões dos que aqui vêm conviver connosco?
Desculpe se lhe faço estas perguntas que são extensivas a todos os frequentadores, mas verifiquei que tem nos últimos dias contribuído bastante com as suas opiniões, e verifico que poucos as classificam.
Não virão aqui? Ou acham que debitar apenas o que pensam sem classificar o alheio, é a melhor forma de ser útil e motivador a esta comunidade?
Renovo-lhe os meus parabéns, por estas e outras opiniões que já li.
Espero que contribuam para fazer regressar tantos que enriqueceram este espaço, e que com saudade e mágoa pela ausência relembro.
Cumprimentos do
Marketeer

Escrever na Livra foi um dos (bons) vícios que me acostumei há algum tempo, mas que por factores diversos me tenho abstido. Claro que concorre para isso a falta de muitos(as) companheiros(as) de "tertúlia" que por este ou aquele motivo foram perdendo o prazer de aqui vir, frequentemente, como de algum modo me aconteceu.
Alguns (de entre os melhores)chegaram mesmo a criar um blog para opinar e comentar isto ou aquilo, para o que amávelmente me convidaram, mas que ainda não pude honrar por duas razões: 1.falta de tempo, 2. a propensão ao "círculo fechado" que contraria esta grande casa que é a Livra, com os defeitos e qualidades que todos, mais ou menos, lhe reconhecemos.
Enfim, diferentes prespectivas, ambas interessantes, mas este solitário horizonte alargado e abrangente que a Livra constitui, continua a ser-me mais apelativo, não obstante a qualidade dos meus ex-companheiros de Livra.
Mas fui hoje "chamado" por esta opinião ao passar. Por se tratar de um filme que eu também vi, que me recorde pouco badalado, mas cuja qualidade atesto e é merecedora de algumas linhas.
Não fossem Anthony Hopkins e Brad Pitt duas das principais personagens.
A história, como hoje conta outro livriano, tem o encanto de vulgarizar a morte no seu sentido de fim de um tempo. Com bom trato, quase como uma negociação em que quem parte se pode permitir preparar a partida, mais ou menos como quando vamos para um voo intercontinental, que nos ausenta por tempo alargado.
Revela afinal que todos temos um tempo de existência, e excluídas as situações dramáticas (e tantas existem) de padecimento prévio, é como um ciclo que se fecha num horizonte alargado e contemplativo.
Feito de maneira inteligente, e superiormente interpretado, é um bom motivo para se passar uma noite agradável frente ao DVD sem medo de pesadelos.

Neste filme onde a Morte deixa de ser o "papão" que o ser Humano tanto teme, é de realçar a excelente actuação de Anthony Hopkins e Brad Pitt, como diz o realizador e bem este é sem duvida um acordo de cavalheiros, que um magnate do mundo (Anthony Hopkins) faz com a Morte, que incrivelmente lhe aparece em forma de homem (Brad Pitt), o motivo porque B. Pitt lhe aparece desta forma tão súbita, é de atrasar a Morte de Bill o tal magnate, interpretado pelo actor A.Hopkins.
No desenlace da história, esta tal Morte acaba por ter um importante papel na vida de Bill, acaba por relativizar muitos dos problemas do presidente do Concelho de Administração da Empresa (Bill), fazendo mesmo de Bill um homem muito mais ponderado e calmo.Questionava o porquê de ser ele o escolhido, entre tantas outras pessoas. Ele tenta ainda perceber o que levou a Morte, a aparece-lhe assim, seria um aviso?
Mas não é só,além disso há um factor engraçado, em todos os jantares Bill salienta o seu prazer em estar com a familia sentado à mesa, o que acaba de ser interessante num homem de negócios vistos por muitos como um homem sem coração.
A Morte no entanto não foge à regra também sofre um toque na sensibilidade, tanto que se apaixona pela bela filha de Bill interpretada pela actriz, Claire Forlani.
No final para não adiantar de mais, é digno de se dizer que a filha apercebe-se de que Brad Pitt era a "Morte", regressando este ao seu corpo sem se lembrar de nada, muito menos no acordo com Bill.
Um filme em que a morte tem outro conceito, muito menos assustador daquele que o Homem enfrenta hoje.
Recomendo este filme especialmente às pessoas que têm o pavor da morte, este filme ajuda a "relativizar" o factor morte.
2 Opiniões
Espero sinceramente que todos os leitores e criticos da Livra gostem desta opinião, porque me concentrei essencialmente em transmitir o que realmente se passa no filme, de uma forma rápida e directa tal como tenho feito nas minhas opiniões que se antecederam a esta...espero que gostem e que se pronunciem tanto para o bem como para o mal...bgd
Mário "Clone" Martins
O convite para comentar merece resposta, e por isso aqui estou.
Como pude ver o filme, posso dizer que eu não faria melhor opinião (como se pode comprovar pela que fiz), mas surpreende-me (ainda me conseguem surpreender) a profundidade da análise do convite, implícito, à relativização que o argumento deixa. Para a idade é uma leitura inteligente que me apraz referir.
Continua.
Um Abraço Amigo do
Emanuel Martins

Este filme levou-me ao cinema quando estreou, lembrava-me que tinha gostado e que tinha achado o Brad Pitt lindo neste filme (era ainda muito novinho) mas não me lembrava da história o suficiente para poder opinar sobre ele, mas como o meu marido ainda não o tinha visto, voltei a vê-lo um destes dias e quando vim aqui opinar estranhei imenso ver que ninguém tinha ainda falado sobre ele, será que ninguém o viu ou acharam-no assim tão mau que nem deu para falar sobre ele??? Bom é sem dúvida um filme diferente. Não é fácil ser sucinta a falar sobre ele porque são 3 horas de filme, mas como sempre eu tento:
Brad Pitt encarna a "morte" que por estar de férias entre "dois trabalhinhos" decide encarnar num humano que acaba de morrer (situação que ele deu um "jeitinho" para acontecer)e acompanhar os ultimos dias de William Parrish (Anthony Hopkins), a sua próxima "missão" depois das férias. Aparece então na pele de um jovem que por coincidência tinha conhecido a sua filha mais nova de manhã e por quem tinha ficado muito interessado assim como ela nele. Susan, é uma jovem médica que namora com Drew, braço direito de seu pai na empresa e que mantém com este um namoro "sem sal" que o seu pai aceita mas não apoia por entender que a filha precisa de viver uma grande paixão.
Joe Black, assim é a morte apresentada à familia, faz um acordo com Bill, de lhe dar mais algum tempo de vida se ele concordar em viver com ele os dias que lhe restam, mostrando-lhe algumas coisas sobre a vida, sobre emoções, sobre sentimentos humanos. E desta forma Joe torna-se na sua sombra, ficando instalado na sua casa, comendo à mesa com a familia e acompanhando-o todos os dias na sua ida para o escritório. Este súbito personagem é aceite por todos duma forma muito reticente, porque do nada aparece um homem que passa a ser determinante em todas as decisões de Bill Parrish, levantando a duvida se é alguém em quem ele confia absolutamente ou se eventualmente o estará a manipular.
Bill, que fica transtornado inicialmente ao ver que tinha chegado a sua hora, consegue encarar e aceitar a realidade e ocupa os seus ultimos dias a reparar alguns erros do passado, como por exemplo reunir a familia para jantar diariamente, recompensar a sua filha mais velha por ter sido sempre preterida em prol da mais nova, e mais tarde dar o castigo necessário ao tal Drew que apesar de parecer ser o seu mais devoto funcionário, conspirava nas suas costas para o deixar arruinado e entregar a sua empresa nas mãos de um rival.
O que não estava nos planos da "morte" era o facto de se apaixonar por Susan e ela por ele. A tal paixão arrebatadora que o pai tanto queria para a sua filha!!! Quando chega a altura de se ir embora levando Parrish consigo, ele hesita entre levar apenas o pai, ou levar também Susan, mas numa violenta discussão que tem com ele, Joe compreende que de tudo o que ele aprendeu com Parrish, o mais importante a reter eram os fortes ensinamentos a tirar sobre amor, renúncia, abdicação e altruismo.
E gostava de contar mais, mas tudo o que pudesse contar ia dar indicações sobre o fim do filme e mesmo assim acho que talvez já tenha falado demais. Como sempre a interpretação de Anthony Hopkins está irrepreensível, mostrando a sua apetência natural para actor, eximio na sua forma de expressar sentimentos e emoções. Não menos brilhante é a actuação de Brad Pitt que consegue ter uma expressão completamente "inexpressiva" como competiria ao seu personagem, mas com leves trejeitos de arrogância, altivez, sobranceria e poder que deixam antever o excelente actor em que ele se iria tornar (isto na minha modestissima opinião claro).
19 Opiniões
e não é por já ser quarentão que a beleza ou o charme se evaporam, pelo contrário, penso eu ;)
Também vi o filme e gostei imenso. Pôs-me a reflectir sobre inúmeras coisas, nomeadamente o que andamos a fazer por aqui, sempre cheios de pressa e de lamúrias... tudo isto desperdiçando as coisas simples e belas do mundo que nos rodeia, sem saber sorver cada segundo com avidez e sabedoria...
Excelente opinião, parabéns Fada!
beijinhos, Marisa.
PS - Anthony Hopkins também esteve muito bem neste filme, como sempre!
Olá Marisa. Obrigada pelo comentario... essa do Vinho do Porto está boa sim senhora ;) adapta-se na perfeição.
Oi Tikinho, obrigada pela simpatia... vê o filme que vais gostar com certeza.
Beijocas da Fadinha
Oh minha linda os teus desejos são ordens... é que é já a seguir... vou já mailar-te.
Eu vi esse filme, há uns tempos.
O final é uma maravilha. É surpreendentemente arrebatador.
Beijinhos,
Victor.
Não, Ana, olha, eu não conheço nem o Joe Black nem o Joe White, mas que a tua opinião está excelente, lá isso está.
Olha, fiquei interessado no filme. Mas não faço a mínima ideia de quando o verei.
Beijinhos,
João
que me surpreendeu e muito pela positiva. Não só as interpretações como a própria história está muito bem bolada.
Beijocas
Nuno
Olá Victor, cá arranjei um bocadinho para vir aqui mas não tá facil não....
Obrigada pelo comentario
Beijocas
Não conheces este filme? O João a sério? Então passa lá este à frente duma série deles, à confiança... mas se quiseres do género e muito mais recentes, tens 11:14, Caçadores de Mentes, O efeito borboleta, Os outros, Misteriosa Obcessão....
Beijos
Está sim senhor....
tou feita, agora só posso vir aqui por bocadinhos pequenos e dou com opiniões tuas, do João, da Lisa, tudo com meio metro e daquelas que é para ler com atenção... fico sem tempo para comentar, mas vou tentar, se não for hoje será amanhã.
Eu dou opiniões de meio metro? eheheh :P
Acontece aos melhores, né?
Olha ando aqui a tirar as tuas músicas (e a ouvi-las ao mm tempo) e aproveitar para dar aqui um saltinho à tua opinião, antes de ir xonar.
Fiquei com vontade de contar o fim! eheheh Mas pronto ñ o faço! ;)
Já vi este filme duas ou três vezes e a imagem q me recordo sempre é qd o gaijo é atropelado! Minha noxa xenhora!!!!
Mas o filme é muito bonito xim xenhora!
Jokas
Vê bem como eu ando atrasada, ai ai!!!!
Já não tenho vida para isto, vou-me reformar.
Olá cara amiga livriana, quero dar-lhe os parabéns pela excelente opinião, e ocupar o seu pouco tempo para lhe contar um pequeno segredo.
Comprei à cerca de um mês um daqueles gravadores de vídeo que grava cassetes VHS para DVD. Tinha lido num mail que o IPO precisa de cassetes dessas para os seus doentes e como tenho a sorte de ter mais de 2 centenas de filmes deses, tomei essa decisão.
Bem, para fazer a experiência de gravação, procurei uma cassete cujo filme tivesse muito tempo (neste caso, quase 3 horas), e não é que me saiu este em rifa?
Bem depois foi 3 horas a ver o filme, que só então descobri nunca ter visto(!!!!....), e para "castigo" outras 3 mais tarde a ver a gravação em DVD.
E nunca me aborreci de ver este grande filme.
De volta à Livra dou aqui com esta sua opinião, e sinto que está a ser feita a justiça a um filme, que eu em tempo não fiz, mas que até aqui hei-de fazer.
Desculpe o comentario de meio metro e a perda de tempo.....e
Um Abraço Amigo do
Emanuel Martins
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